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Você se lembra?

“Você se lembra quem você era antes do mundo te dizer como você deveria ser?”

Li essa frase em um post e resolvi que ela merecia mais do que uma curtida; ela merecia um tempinho, meu, seu, nosso. Digo isso porque ela trás muitas verdades com esse simples questionamento. Quer conferir?

Quando você é jovem e tem um ‘grande ideia’ te dizem para desistir porque “você é novo demais, não tem experiência com isso, vai se decepcionar”. O tempo passa, sua idade se multiplica e você se lembra daquela ideia que foi apagada há muitos anos e decide tentar. Sabe o que vão te dizer? “Melhor você não se arriscar, não pode perder o que tem, afinal, você já não é jovem o suficiente para começar do zero”.

Se você usa roupas coloridas, te dizem que é muito exagerado, se você usa muito preto e branco, você é muito sério. Se você gosta de sair é muito baladeiro, se gosta de ficar em casa vendo Netflix é solitário.

Não importa o que você faça, sempre vão te dizer que há uma forma melhor de levar a vida. O problema é que, muitas vezes, essas pessoas estão erradas. E, mesmo sabendo disso, aos poucos você vai se perdendo de quem gostaria de ser para se tornar o que os outros gostariam que você fosse. É aí que a coisa complica.

Começa na infância, quando você pinta o céu de azul e o sol de amarelo, afinal, se pintar de outra cor, você é o ‘diferente’. Até uma criança gosta de ser aceita.

A adolescência vem, a moda dita sua roupa ou, até mesmo, o bullying. Você vira um jovem, um adulto, e, quer saber? A história se repete de várias formas diferentes, mas sempre com a mesma essência.

Pare e pense em quantas vezes você abriu mão de fazer ou ser o que queria para agradar uma outra pessoa. Pode ser que não caiba em suas duas mãos a quantidade de vezes que isso ocorreu.

Por isso, hoje, a proposta é diferente: que tal se lembrar de quem você gostaria de ser? E, melhor ainda, que tal voltar a ser essa pessoa?

Não há como controlar comentários desnecessários dos outros, mas sim a forma que você reage a eles. Não se esqueça que o maior poder que um ser humano pode ter não está em liderar a outros, mas sim, a si mesmo.

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