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Sobre a arte de ser Congruente

Vivemos em sociedade, portanto, sob convenções expressas que se referem a moral, religiosidade, política, relacionamento e tantos outros esquemas pré estabelecidos, nos quais devemos nos encaixar.

Isso, em termos práticos, torna o convívio com nossos semelhantes mais interessante e tira muito da nossa capacidade de agirmos de forma autêntica.

Na verdade, a evolução da humanidade ocorreu fundamentada nesses códigos  que são essenciais para o bom convívio.

É quase que uma dualidade do tipo:

Que bom seria podermos expressar nossas emoções de forma latente quando nos sentíssemos invadidos de alguma forma.

Por outro lado, perderíamos muito em termos civilizatórios.

Pensemos então que há mais benefícios que prejuízos e ainda assim, ficamos em débito com a nossa essencialidade.

De modo geral, flexibilizamos nossos comportamentos buscando sempre um ponto

de equilíbrio entre direitos, deveres, bom senso e respeito ao próximo e estamos bem, obrigada.

E quando a censura é interna e habita nossas mentes fragilizando ao ponto de não permitir que sejamos leais com as ideias originais que são nossa maior fonte de motivação?

Este é um ponto nevrálgico que pode limitar e comprometer a capacidade de realizar e sermos verdadeiramente quem somos.

Estejamos atentos à este lacre, que deve ser rompido após lermos as instruções que permeiam cada ser humano, único, exclusivo e intensamente cheio de riquezas.

Ser congruente é sincronizar pensamento e atitude num ajuste perfeito que gera transparência na comunicação e veracidade nos relacionamentos.

Quando há congruência,  pensamento e comportamento estão em harmonia e permitem agirmos mais naturalmente, sem os dolorosos conflitos que tiravam nossa capacidade de mostrar o melhor que há dentro de nós.

 

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