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Quilômetros que separam

Quando alguém vai embora, se muda de nossa cidade, leva seu corpo pra longe do nosso, temos aquela sensação desesperadora de ausência daquele ser em nossa vida. E dói, dói demais. Quantas pessoas nós temos que nos despedir e só nos resta desejar que sejam felizes, mesmo longe da gente? Várias… Longe fisicamente, somente, mas essas pessoas sempre deixam um pedaço bom delas conosco. Milhões de histórias pra contar, risadas infindáveis, momentos de chororô e mimimi, lágrimas escorridas, alegrias e tristezas compartilhadas, brigas (o que seria da amizade sem as brigas?), uma novidade que tem que ser comunicada (NA MESMA HORA), um pedido de socorro, uma simples opinião e principalmente aquela companhia perfeita pra não se fazer NADA! É, ficar deitado no sofá, vendo TV, mexendo no celular, mudo, ou olhando pro teto sem ter nada pra falar, mas só de estar do lado daquela pessoa, já está ótimo, porque companhia perfeita é assim. Quando essa pessoa está longe dói demais. Os dias passam e a vontade de encontrar só vai aumentando, e no final das contas a gente vê o quanto precisamos uns dos outros, o quanto somos pequenos sozinhos, o quanto amamos e somos amados. A saudade pertence àqueles que aproveitam e valorizam uma verdadeira amizade, dessas que contamos pra tudo, a qualquer hora do dia e da noite. Dessas que seguram nossa onda, compram nossa briga, “pula no buraco” junto, puxam orelha, dão sermão, dão colo, e acima de tudo e depois de tudo, PREVALECEM.
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